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Sexta-feira, Dezembro 16, 2005

A mama assassina da preta!

Era uma noite quente de verão. Numa colónia de férias no Algarve, foram todos dar uma volta á beira-mar.

A Genoveva ia a passear com o Wilson, iam falando, convivendo, conhecendo-se um pouco.

Ambos se conheceram na colónia de ferias, e também conheceram o Ricardo, um jovem completamente apaixonado por Marta, uma bela rapariga que também foi para a colónia.

Formaram um grupo os 4, tipo quarteto fantástico, estavam sempre os 4 juntos.

Numa tarde resolveram ir a praia dar uns mergulhos, e lá foram eles.

Ao fim da tarde, cansados voltaram para a colónia, onde foram tomar banho e descansar um pouco, tinham combinado se encontrarem a noite junto ao refeitório para jantar.

A noite lá estavam os 4 para jantar, jantaram e saíram.

O Ricardo não aguentou mais e foi dar um passeio sozinho, a pensar na Marta, a arranjar coragem para lhe pedir em namoro.

A Marta foi para o seu quarto dormir.

A Genoveva e o Wilson ninguém os tinha visto…

Durante o seu passeio, Ricardo ouviu uns barulhos estranhos no meio de uns arbustos, foi espreitar, e viu, viu a Genoveva a agarrar o Wilson pela cabeça e a pôr-lhe a cabeça no meio das mamas, sufocando-o até á morte.

Ricardo assustado fugiu, fugiu a correr ter com a Marta e contar-lhe tudo o que viu, Marta mal conseguia acreditar no que Ricardo acabara de lhe contar.

Foram os dois contar a um dos responsáveis pela colónia, este foi atrás da Genoveva, quando a encontrou questionou-a o que andava ela a fazer, e contara-lhe o que lhe tinham dito que ela tinha feito, vendo-se encurralada a Genoveva contou tudo, e levo o responsável ate ao corpo do Wilson.

Genoveva apanhou 20 anos de prisão pelas suas mamas assassinas….

Ricardo e Marta casaram-se e foram felizes com os seus 4 filhos.

Esta história foi-me pedida por uns colegas da escola, por isso a fiz e postei, te acho engraçada.

Cumprimentos

Segunda-feira, Dezembro 12, 2005

Fósforo



Numa noite destas, lá tinha eu mais um sonho louco, sonho esse que vou partilhar com vocês.

Estava eu com um fósforo na mão, não um fósforo qualquer…
Com este fósforo eu ia queimando por todo o mundo coisas como a corrupção, vaidade excessiva, ambição doentia, traição, entre muitas outras…
Lá andava eu com o meu fósforo, andando a queimar por todo o mundo, até que parei e pensei:
E agora?! Um mundo perfeito onde nada de mau existe, onde todos só praticam o bem, onde está a aventura? A adrenalina? O pecado?
Ok, exagerei, criei um mundo perfeito, chato, monótono, assim o mesmo acontece com as pessoas.
Não, não o vou deixar assim…
Vamos cometer loucuras, loucuras saudáveis, mas vamos as cometer, aproveitar a adrenalina, o pecado, a excitação.
Vamos aproveitar enquanto podemos, não vamos alterar o inalterável, mas sim, encontrar uma maneira de aproveitar e tirar partido disso.
Viver sem algum pecado, loucura, adrenalina, isso não é viver, é sobreviver, assim nunca seremos felizes…

Bem este foi o meu primeiro texto, por isso peço alguma compreensão, ao princípio cometemos sempre erros, mas é com eles que aprendemos e nos aperfeiçoamos.

Cumprimentos Loucos.

Politica De Vaidade!


Em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição. Falta igualmente a aptidão, e o engenho, e o bom senso, e a moralidade, nestes dois factos que constituem o movimento político das nações.A ciência de governar é neste país uma habilidade, uma rotina de acaso, diversamente influenciada pela paixão, pela inveja, pela intriga, pela vaidade, pela frivolidade e pelo interesse.A política é uma arma, em todos os pontos revolta pelas vontades contraditórias; ali dominam as más paixões; ali luta-se pela avidez do ganho ou pelo gozo da vaidade; ali há a postergação dos princípios e o desprezo dos sentimentos; ali há a abdicação de tudo o que o homem tem na alma de nobre, de generoso, de grande, de racional e de justo; em volta daquela arena enxameiam os aventureiros inteligentes, os grandes vaidosos, os especuladores ásperos; há a tristeza e a miséria; dentro há a corrupção, o patrono, o privilégio. A refrega é dura; combate-se, atraiçoa-se, brada-se, foge-se, destrói-se, corrompe-se. Todos os desperdícios, todas as violências, todas as indignidades se entrechocam ali com dor e com raiva.À escalada sobem todos os homens inteligentes, nervosos, ambiciosos (...) todos querem penetrar na arena, ambiciosos dos espectáculos cortesãos, ávidos de consideração e de dinheiro, insaciáveis dos gozos da vaidade.

Eça de Queiroz, in 'Distrito de Évora (1867)

Assim como o grande Eça escreveu, politica em Portugal é so de interesse, já naquela altura o era, e agora assim se mantém...

1º Post!


Bem Vindos ao Meu Blog, espero que gostem e que comentem!

Obrigado!